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Histórias inspiradoras

 

“Se tem mulher na luta, dá certo. Lideramos de várias óticas, queremos mudar o todo.” 

Glisiany Plúvia de Oliveira, 30 anos, é líder do Grupo Ousadia Juvenil, que empodera jovens da periferia de Mossoró (RN). Plúvia, como é conhecida, está sempre pronta para combater o extermínio da juventude negra, o machismo, o racismo, a homofobia e tantas outras violações de direitos. Para conhecer a história, clique aqui.

 

Foto: Ronny Santos

“A minha luta é para que as mulheres se empoderem.”

Clique aqui e conheça um pouco da história de Marli da Silva, fundadora da Associação Pernambucana de Mães Solteiras (Apemas), organização apoiada pelo Fundo Brasil que já contabilizou mais de 50 mil reconhecimentos de paternidade no estado de Pernambuco.

 

 

Foto: Sérgio Carvalho

“Eu espero que possamos ocupar um espaço que nos é de direito na sociedade, porque lutamos por isso, é um direito nosso.”

Maria Lidiane Maria Lidiane Apolinário da Silva, 28 anos, lidera a Associação de Moradores do Quilombo de Acauã (AMQA), projeto apoiado pelo Fundo Brasil. Conheça aqui a luta dela.

 

 

 “Para trabalhar com direitos humanos, a pessoa precisa ter um propósito.”

Mazé Maria José de Almeida Lima, 74 anos, a Mazé, é fundadora do Movimento de Mulheres Negras de Sorocaba (Momunes), apoiado pelo Fundo Brasil de Direitos Humanos. Clique aqui e saiba mais.

 

 

 “O Fórum de Juventudes me ajudou a construir sonhos. Coletivamente.”

Acesse aqui para conhecer a história de Gizele Martins, 32 anos. Gizele é comunicadora comunitária, jornalista e integrante do Fórum de Juventudes RJ, apoiado pelo Fundo Brasil de Direitos Humanos.

 

 

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Com você, vamos mais longe

 

“Companheira me ajuda
Que eu não posso andar só,
Eu sozinha ando bem
Mas com você ando melhor”

 

Os versos tocantes da cantiga são entoados em muitas manifestações no Brasil e expressam uma necessidade urgente: as mulheres precisam caminhar juntas para enfrentar uma dura realidade. É uma situação em que os direitos ainda são desiguais em várias esferas da sociedade e a violência é uma ameaça constante. Preconceito e a discriminação também fazem parte desse contexto.

Estruturalmente patriarcal, a sociedade brasileira obriga as mulheres a assumirem uma enorme variedade de afazeres, obrigações e também de lutas. E isso acontece não apenas para que os direitos delas sejam respeitados. Elas estão mobilizadas para defender os direitos de todas e todos, no país inteiro, nas áreas urbanas e rurais; nos ambientes domésticos e sociais; nos campos profissionais e políticos.

No contexto da violência urbana, por exemplo, as mulheres enfrentam, com garra, mas também com muita dor, o genocídio da juventude negra e as violações cometidas contra defensoras e defensores de direitos humanos. Todo ano, mais de 23 mil jovens de 15 a 29 anos são assassinados no Brasil. São 23 por dia, um a cada 23 minutos. E são as mães, irmãs, companheiras e filhas que estão nas ruas e nos órgãos públicos para exigir Justiça, cobrar providências, ajudar outras famílias que passam por situações parecidas, organizar atos públicos. Mobilizadas contra as agressões e os assassinatos, elas também se tornam vítimas em potencial da violência.

São elas também que brigam para que o Estatuto da Criança e do Adolescente seja cumprido integralmente e que meninas/os não precisem mais ser submetidas/os a graves violações de direitos humanos.

Nos quilombos, territórios indígenas e outras comunidades rurais, as mulheres são ameaçadas, perseguidas, agredidas e, mesmo assim, resistem para defender o direito à terra, aos recursos naturais, ao modo de vida tradicional e à promoção do trabalho digno para elas e suas famílias. Resistem porque só assim têm a possibilidade de garantir a sobrevivência.

A violência é uma realidade comum a diversos grupos, mas nas áreas rurais existem desafios ainda mais intensos, como o elevado nível de pobreza, dificuldade de acesso ao trabalho digno e às ferramentas de proteção social mais facilmente encontradas nas áreas urbanas.

No entanto, mesmo nas áreas urbanas a realidade ainda é trágica, apesar dos avanços na legislação nas últimas décadas: apenas 7,9% dos municípios brasileiros contavam com delegacia especializada no atendimento à mulher em 2014. Isso em um país em que ocorre um estupro a cada onze minutos e uma mulher é assassinada a cada duas horas.

Além de todas as violações que enfrentam no cotidiano, as mulheres vivem em um contexto em que, por causa do machismo, acumulam tarefas e são encarregadas de múltiplos afazeres, o que dificulta a presença de muitas delas nos espaços políticos em que seriam muito importantes para mudar o cenário de desigualdade e desrespeito. Essa realidade interfere também nas carreiras profissionais das mulheres.

Em meio a todas essas violações históricas e recorrentes, as mulheres resistem nos últimos anos aos retrocessos de todos os tipos e em todas as instâncias contra as ameaças às conquistas dos brasileiros e brasileiras. Neste 2018, um ano importante para o futuro do país, os desafios são ainda maiores.

Nesse sentido, o apoio às organizações, grupos e coletivos que defendem os direitos de todas e todos e contam com a força das mulheres é essencial. A sociedade civil organizada tem papel fundamental na construção de uma país mais justo e democrático.

Protagonistas de muitas lutas, as mulheres não podem caminhar sozinhas. Com o seu apoio, elas ficam mais fortes e alcançam mais resultados que beneficiam a população.

Com você, vamos todas e todos mais longe!

Participe com a gente dessa mobilização importante para o presente e também para o futuro. Ajude as mulheres a enfrentarem as ameaças e avançarem na conquista de direitos.

Agora falta pouco para você fazer parte dessa luta.

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Fontes:

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